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Como reduzir custos de operação e de vendas no seu negócio e sobreviver à crise que estamos enfrentando!

Vivemos hoje uma verdadeira recessão e queda na demanda de produtos e serviços, além disso, é bem provável que a carga tributária aumente ainda mais no futuro próximo. Os reajustes fiscais e tributação elevada somada aos altos juros praticados deverão tornar 2016 um ano de desafio para quem quer crescer e investir.

No entanto, existem maneiras de sobreviver e crescer nesse momento tão conturbado, e uma delas é a implementação de um planejamento tributário com objetivo de reduzir os custos de operação e vendas.

O planejamento tributário é um conjunto de ações, respaldadas pela lei, buscando tornar atividades sujeitas à incidência fiscal mais econômicas.

Temos no Brasil cerca de 92 tipos de impostos, taxas, tributos e contribuições gerando uma alta carga tributária que pode chegar a 35% do faturamento. Outro cálculo preocupante é que a soma do Imposto de Renda e da Contribuição Social Sobre o lucro das empresas pode corresponder a 51,51% do Lucro Líquido apurado.

É importante esclarecer que o planejamento tributário passa longe da sonegação fiscal, pois propõe atitudes que reduzirão o valor dos tributos devidos, sem, contudo, sonegar ou fraudar o fisco, já que tudo é feito nos limites da lei.

Por exemplo, no Brasil as empresas podem optar pelo Lucro Real ou Lucro Presumido, definidos até o final de abril ou pelo Simples Nacional com prazo até o último dia de janeiro. Cada uma das opções pode ser mais adequada à empresa levando em conta a sua área de atuação ou o seu porte, e a escolha correta pode trazer grande economia durante o ano.

Além disso, ainda que o prazo para a definição do regime de tributação federal acima mencionado tenha passado, existem outras opções de planejamento viáveis, destacando-se, em resumo:

1) existência de incentivos e benefícios fiscais regionais

2) maneiras de organizar os negócios (holding, off-shore, produção descentralizada, grupo de sociedades, etc.)

3) tratamento diferenciado sobre créditos fiscais (PIS, COFINS, ICMS, IPI)

4) diferenças tributárias sobre operações de serviços (ISS municipal) e outros tributos especiais (como ITR).

Cabe esclarecer que o planejamento fiscal não é ato fixo, é um trabalho contínuo, diário, sendo necessário seu acompanhamento de profissional capacitado e revisão pelos gestores, além de ser adaptado às mudanças tributárias que ocorrem quase que diariamente no Brasil, com acompanhamento das mudanças legislativas e de entendimentos jurisprudenciais que impactem na operação.

Para isso, conte conosco! A Kuster e De Angeli Advogados destacou equipe e parceiros especializados no assunto para lhe auxiliar.

 

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Tags: #negócio, #PlanejamentoTributário, #reduçãodecustos, crise

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